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“Creed II”, uma mistura de emoção e entusiasmo | Crítica

Ao seguir a trajetória da longa franquia de Rocky Balboa (Sylvester Stallone), com início em 1976, “Creed: Nascido Para Lutar” (2015) trouxe a nova geração do boxe. Em sua sequência, “Creed II” conseguiu implementar ainda mais maturidade e muitas referências às tramas antigas.

Protagonizado por Adonis Creed, interpretado por Michael B. Jordan (Pantera Negra), a história começa quase onde terminou o primeiro filme. Agora, Creed disputa pelo cinturão de pesos pesados, seguindo os passos do pai Apollo Creed. Em clima de nostalgia, Viktor Drago (Florian Munteanu) aparece lutando boxe na Rússia, local cujo pai, Ivan (Dolph Lundgren), perdeu o respeito e a honra após perder para Rocky. No entanto, isso só foi possível após a morte de Apollo nos ringues contra Ivan, em “Rocky IV‘ (1986).

De certo modo, “Creed II” é a revanche necessária para finalizar a disputa entre os filhos dos grandes boxeadores depois de 30 anos. Apesar do clichê nas lutas, os personagens são muito bem desenvolvidos, não só Bianca (Thessa Thompson), namorada do campeão, cujo personagem evolui bastante desde o primeiro filme, como também Rocky e Adonis, visto que Jordan se empenha totalmente ao papel, desde o físico até suas expressões e Stallone, sempre muito dedicado ao personagem.

Dirigido por Steven Caple Jr (The Land), o filme traz um espírito de finalização para a saga, embora ainda seja muito parecido com os filmes anteriores – o que, tecnicamente, não é um problema, só não é inovador. Apesar disso, a construção das cenas juntamente com a trilha sonora combinaram perfeitamente, refletindo cada momento que o personagem esteja vivendo, seja nas lutas com a clássica “Gonna Fly Now”, seja em ocasiões emocionantes.

Creed II” estreia nos cinemas brasileiros dia 24 de janeiro.

Escrita por Mylena Machado

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