Lady Gaga é capa da VOGUE e fala sobre “A Star Is Born” e seus dez anos de carreira

Lady GaGa é capa da revista VOGUE de outubro. Celebrando uma década de carreira e seu primeiro grande papel nos cinemas, a cantora abriu o coração e falou sobre fama, fibromialgia, “A Star Is Born” e muito mais. As fotos foram feitas pela dupla holandesa Inez and Vinoodh, grandes fotógrafos de moda referencia no mundo todo. O filme, que conta com a cantora e o ator Bradley Cooper, tem sua esreia agendada para o dia 4 de outubro.

Confira alguns trechos da entrevista:

Sobre mudanças ao longo de uma década de carreira:

Uma galáxia. Houve uma galáxia de mudanças. Eu diria apenas que tem sido um turbilhão sem parar. E quando estou em um modo imaginativo ou criativo, meio que me agarra como um trenó com mil cavalos e me afasta e eu simplesmente não paro de trabalhar. Você . . . faz amigos, perde amigos, constrói laços mais fortes com pessoas que conheceu durante toda a sua vida. Mas há muita dor emocional e você não pode realmente entender o que isso significa até que dez anos se passaram.

Sobre “A Star Is Born”:

“Uma das melhores cenas do filme vem logo no início, quando Jack, desesperado por uma bebida, tropeça em um bar gay na noite Drag. Ally é a única mulher que as queens deixam tocar no palco, e quando canta “La Vie en Rose”, Jack cai com força. A química entre mim e Cooper é tão boa no filme porque é real. Mas Cooper mandou bem com o complicado vodu que acontece quando o amor e a fama se entrelaçam. O amor e a fama são muito complexos, com camadas, com muita profundidade emocional, e ele capturou isso. Isto é o que eu acho que faz o filme tão bem sucedido: que era tão real. E eu vivi isso, então eu posso testemunhar isso. (Outra coisa que dá ao filme sua autenticidade: Cooper lançou algumas drag queens que ele conheceu da Philly, assim como os dançarinos, coreógrafos e artistas de maquiagem e cabelo de Gaga. , que aparecem em algumas cenas.)”

Sobre Fibromialgia, a doença que a obrigou a cancelar o show no Brasil e parte de sua turnê pela Europa:

Eu fico tão irritada com as pessoas que não acreditam que a fibromialgia é real. Para mim, e eu acho que para muitos outros, é realmente um ciclone de ansiedade, depressão, transtorno de estresse pós-traumático, trauma e transtorno do pânico, tudo isso faz com que o sistema nervoso se exceda, e então você tem uma dor nervosa. As pessoas precisam ser mais compassivas. A dor crônica não é brincadeira. E é todo dia acordar sem saber como você vai se sentir.”

Sobre seu estilo:

Eu apenas lembro de me sentir tão irritada com o pensamento de que eu tinha que me conformar em ser ‘normal’, ou menos do que eu já nasci. E assim eu tive um prazer tão radical em expressar quem eu sou no mais grandioso dos caminhos. Foi meio que um muito educado ‘Foda-se’. Nunca foi sobre parecer perfeito, era sempre sobre ser eu mesma. E eu acho que isso sempre foi para os meus fãs também. Era uma forma de proteção e um segredo – como uma piscada de longe. Eu sou um monstro e você é um monstro também. ”

Confira a entrevista completa aqui

Confira algumas fotos e a capa:

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