“PHOENIX” | Novo álbum de Rita Ora tem crítica positiva; Confira

Foram 6 anos de espera, até o lançamento do segundo álbum de sua carreira

Rita Ora se consolidou como uma das artistas mais bem-sucedidas do Reino Unido na última década.

Na última sexta-feira (23), a britânica Rita Ora lançou seu novo disco, “Phoenix”, pela Warner Music via Atlantic Records e Asylum Records. Esse é o segundo álbum da cantora gravado em estúdio, o primeiro intitulado de “Ora”, foi lançado agosto de 2012. O projeto deve chegar na versão física ao Brasil em breve.
Com 16 faixas, o álbum já conta com faixas conhecidas, como “Anywhere”, “Let You Love Me”, “Your Song” e “Girls”.


A espera de 6 anos valeu a pena, em menos de quatro horas de estreia, o projeto conquistou TOP #1 no chart do iTunes UK e TOP #3 no Brasil. “Let You Love Me”, um dos single do álbum lançado recentemente, já está em quarto lugar nas paradas do Reino Unido e ganha diariamente 100 mil novos streams ao redor do mundo, figurando no TOP 20 em mais de 10 países. Outros cinco singles do disco – “Your Song”, “Anywhere”, “Girls”, “For You” e “Lonely Together” – , ultrapassaram a marca de 100 milhões de streams no Spotify. Além disso, sites especializados no assunto fizeram críticas positivas sobre “Phoenix”.

NME – Mesmo com algumas músicas dispensáveis, em grande parte, porém, o álbum de Rita Ora é tudo que você gostaria que fosse: infinitamente divertido, recheado de brilhantes produções e refrões pegajosos. Pode ter levado seis longos anos para chegar, mas “Phoenix” é a prova de Ora de que coisas boas chegam para aqueles que esperam.

CLASH – Apesar de uma experimentação ocasional, o álbum mostra sua força – enquanto seus vocais e lirismo brilham – sem se afastar muito de seu som pop e R&B ocasional. Honesta, polida e com faixas que são variadas o suficiente para manter a atenção, “Phoenix” está há quatro anos em construção, esperando nos bastidores para ver a luz. E agora que finalmente está aqui, definitivamente vale a pena conferir.

INDEPENDENT – Com todas as dificuldades, todo o processo demorado que tem sido para chegar até aqui, o segundo álbum de Rita Ora é um registro surpreendentemente coerente. […] Há alguns pontos baixos: “Keep Talking”, mesmo com a conhecedora de pop Julia Michaels a bordo, é frustrantemente lúgubre, enquanto “Summer Love” constrói, ameaçadoramente, uma queda desajeitada. Para a maior parte, no entanto, Phoenix vale a pena a espera – se você estava fazendo isso com indiferença ou suspiros.

CELEB MIX – Rita Ora pode ter sido rosto de programas de TV, campanhas de marca e nas manchetes mesmo afastada da música. Agora, com o “Phoenix”, tudo explode. Realmente, qualquer uma dessas faixas são ótimas o suficiente para serem singles de sucesso. Coloque todas juntas e você tem um álbum pop matador.

THE TIMES – É uma jogada arriscada chamar um álbum de “Phoenix” (Fênix). Isso evoca imagens de uma carreira em cinzas e a temida palavra: retorno. Ainda assim, isso é o que certamente significa para Rita Ora. A londrina foi ferida nos últimos anos por batalhas com duas das maiores estrelas do planeta. Primeiro seu ex-namorado, Calvin Harris, a proibiu de interpretar “I Will Never Let You Down”, ironicamente intitulado o hit número 1 que ele escreveu para ela. Depois, com a gravadora.

Sobre o novo álbum, a cantora comentou em anúncio à imprensa: “um dos sentimentos mais libertadores para mim é tocar e criar música. Este álbum é um verdadeiro trabalho de amor, e foi importante para mim fazer do meu jeito. Sou muito grata ao amor e apoio daqueles que trabalharam comigo no álbum e me permitiram criar algo de que tenho muito orgulho. Eles me deram espaço e liberdade para criar algo do meu coração. Ao mesmo tempo desafiador e eufórico às vezes. Estou muito orgulhosa e grata pela jornada a que a realização de Phoenix me levou. Aos meus fãs, obrigada por sua paciência e obrigado sempre por ouvir”.

Rita já vendeu 7 milhões de singles, teve 12 músicas no TOP 10 (cinco dos quais receberam o selo de platina e cinco o selo de ouro). Ela se consolidou como uma das artistas mais bem-sucedidas do Reino Unido na última década. Seu retorno aos palcos no ano passado, em uma turnê europeia com ingressos esgotados em mais de 33 shows ao vivo, a cantora acumulou 1,3 bilhão de execuções e visualizações em todo o mundo e quatro singles de grande sucesso global.