Sucessos e momentos emocionantes marcam o terceiro show de Katy Perry no Brasil

Neste domingo (18) aconteceu na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, o terceiro – e último – show da “Witness: The Tour” de Katy Perry no Brasil. A cantora uniu no espetáculo uma lista de sucessos de sua carreira em versões totalmente repaginadas e novas composições vindas do seu álbum mais recente o “Witness”.

A encarregada de abrir os shows da turnê foi a cantora Bebe Rexha, que conseguiu com louvor aquecer a plateia para o show principal. Rexha cantou hits como “Hey Mama”, do David Guetta com participação da cantora, Nicki Minaj e Afrojack, e seu mais novo single “Meant To Be”. Aliás, a cantora não causou só no palco, mas ela deu um show de simpatia por onde passava. Nos stories de Rexha só se via ela em momentos de descontração com seus fãs. Já pode voltar para fazer show solo, Bebe! – E curtir mais a praia do Rio de Janeiro, né?!

Após o show de Bebe era a hora de Perry entrar subir ao palco. No telão, um olho gigante observava os fãs super ansiosos. Quando a intro começou, uma viagem pelo universo com direito a planetas e asteróides, só o que se ouvia era o grito dos fãs. Claro. Dona de um carisma enorme, ela subiu ao palco trajando um modelito vermelho muito brilhante performando a faixa “Witness”. Logo em seguida, foi a hora de uma das queridinhas dos fãs, “Roulette”.

Ao lado do Left Shark e após uma batalha – de brincadeirinha! – entre a cantora e o mascote, era chegada a hora de um dos momentos mais esperados pelos fãs: A parte em que Katy chama um fã ao palco. O escolhido fã vez foi o Raphael Riad, que não sabia nem o que fazer em cima do palco. Abraçou a “momma”, beijou, agarrou o Left Shark e até arriscou um Twerk.

O espetáculo cheio de efeitos de som e luz teve no meio de momentos de descontração e muita animação uma parte que acreditamos que ficará na memória dos fãs para sempre. A cantora dedicou à Marielle Franco, vereadora do PSOL assassinada na quarta-feira (14), a canção “Unconditionally”. Perry ainda recebeu ao palco Anielle Silva e Luyara Santos, filha e irmã de Marielle, e ainda pediu um minuto de silêncio ao público. Ufa, só de lembrar me dá vontade de chorar.

Katy finalizou o show com uma das faixas que são sua marca registrada e um dos seus maiores sucessos, a canção “Firework”. Em uma mão inflável enorme, que era continuação de uma estátua que aparecia no telão, a diva performou a canção levando todos ao delírio.

Os pontos positivos são muitos. Katy Perry está mais madura tanto como performer quanto vocalmente. Ela permanece a mesma artista talentosa e caprichosa que sempre traz alegria aos fãs e isso me parece que só vem a crescer. Certamente, os fãs nunca mais esquecerão de todos os momentos vividos neste show. De pontos negativos, nada sobre o show, mas sim sobre a organização. Assim que as pistas foram abertas, os fãs sofreram bastante para chegar aos seus lugares. Com um trajeto enorme a percorrer até os setores, muitos fãs caíram, perderam seus pertences, se machucaram e isso se deve à organização falha do evento. Aliás, que ideia misturar as pistas no mesmo espaço, ein? Os próprios fãs do vip package, por exemplo, que se organizaram para montar uma fila própria já que no e-mail dizia que ela aconteceria no Portão 11 e quando os fãs chegavam lá, eram orientados a se juntarem com as outras pistas. Esperamos uma organização melhor na próxima vez.

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