Um dos maiores sucessos do cinema, o filme "O Diabo Veste Prada", completou 15 anos desde o lançamento neste ano. Com uma história inspirada em outro grande nome da moda, a produção continua, mesmo depois de mais de uma década, sendo lembrada pelo público.
Inspirado no livro de mesmo nome escrito por Lauren Weisberger, ex-assistente da famosa editora da revista Vogue, Anna Wintour, a produção mergulha no universo da moda e é até hoje uma das favoritas dos fãs, conquistando também o público geral.
Com um elenco de peso, como Anne Hathaway, Maryl Streep, Emily Blunt e Stanley Tucci, "O Diabo Veste Prada" conta a história de Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, que vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway e sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly.
Confira abaixo 15 curiosidades de "O Diabo Veste Prada":
A modelo brasileira internacionalmente famosa Gisele Bündchen, que aparece ao lado de Emily Blunt nos corredores da revista Runaway, só topou fazer uma participação especial no longa com a condição de que ela não interpretaria uma modelo.
O icônico cabelo branco de Miranda Priestly foi uma sugestão de ninguém menos do que Meryl Streep.
Além do penteado, Meryl também mudou o tom de voz da personagem que, originalmente, seria gritona e estridente. A atriz achou melhor criar um tom de voz mais baixo e de desprezo.
Todas as cenas de "O Diabo Veste Prada" foram gravadas em 57 dias em Nova York e Paris.
Por conta do orçamento, não foi possível levar Meryl à Paris para filmar suas cenas, por isso utilizaram chroma key durante as cenas em que ela aparece na Mercedes. Já nos planos gerais, foi utilizada uma dublê.
Durante a escolha dos atores que iriam compor o cast do filme, o estúdio teve a ideia de Rachel McAdams no papel de Andy, mas a atriz recusou o convite.
Anne Hathaway já revelou que foi a nona escolha para o papel da personagem principal. Antes dela, atrizes como Scarlett Johansson, Natalie Portman, Kate Hudson e Kirsten Dunst foram consideradas.
Meryl Streep ficou deprimida durante as filmagens. A atriz usou o "método de interpretação" para dar vida à Miranda, o que mexeu com seu emocional.
Quando Meryl aceitou trabalhar no filme, ela disse que queria uma cena que capturasse bem o mundo da moda, o que resultou no clássico monólogo do suéter azul-celeste.
O New York Mirror, jornal que Andy é contratada no final do longa, realmente existiu, mas encerrou suas atividades em 1898.
A personagem Emily não seria britânica, mas Blunt fez a audição com seu sotaque britânico e todos gostaram tanto que resolveram mudar esse detalhe no roteiro.
O filme utilizou figurinos avaliados em mais de US$ 1 milhão. A figurinista Patricia Field precisou pedir alguns looks emprestados para compor o guarda-roupa do longa, já que tinha o orçamento de apenas US$ 100 mil para gastar.
A peça mais cara de todo o figurino foi o colar do joalheiro Fred Leighton, usado pela personagem de Meryl Streep. Na época, o item custava US$ 100 mil.
Profissionais da indústria da moda não queriam ajudar na produção do filme por medo de serem rejeitados pela editora Anna Wintour, principal inspiração do longa.
Um dos livros cenográficos usados como o manuscrito de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", que Andy consegue para as filhas de Miranda, foi leiloado por US$ 586. O dinheiro foi doado para a ONG Dress for Sucess.
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