Billy Porter se tornou assunto nas redes sociais nesta segunda-feira (18). O ator criticou a escolha da revista Vogue, em especial a edição de dezembro de 2020, que trouxe Harry Styles para representar a moda não binária.
Em entrevista ao The Times UK, publicada no último domingo (17), Porter falou sobre ter sido o primeiro a lutar pela causa. "Eu, pessoalmente, mudei todo o jogo. E isso não é ego, é apenas um fato. Fui o primeiro a fazer isso e agora todo mundo faz", opinou.
"Eu criei a conversa [sobre moda não binária] e ainda assim a Vogue ainda colocou Harry Styles, um homem branco heterossexual, em um vestido em sua capa pela primeira vez", disse Porter. "Ele não se importa, ele está fazendo isso porque é a coisa certa a fazer.”, disse.
Billy, que interpretou a Fada Madrinha na recente adaptação de “Cinderela” para o Amazon Prime, sempre vai às premiações com looks assinados por grandes estilistas. “Isso é política para mim. Esta é a minha vida. Tive que lutar minha vida inteira para chegar ao lugar onde eu pudesse usar um vestido para o Oscar e não ser baleada agora. Tudo que ele tem que fazer é ser branco e heterossexual.", comentou o artista.
Até o momento, nem a Vogue e nem o cantor Harry Styles comentaram sobre as declarações do artista. Em caso de comentários dos lados, atualizaremos esta publicação.
Levantamento com dados do Spotify Charts Brasil mostra avanços de mais de 50 posições e artistas como Elton John, Twenty One Pilots, Demi Lovato e Zara Larsson alcançando suas melhores marcas de 2026 no país