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CCXP19 | Disney domina terceiro dia de festival e “Free Guy” já é o trabalho favorito de Ryan Reynolds

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RYAN REYNOLDS PAINEL

O terceiro dia de CCXP foi marcado por conteúdos exclusivos das produções Disney no Auditório Cinemark XD. O dia já começou agitado com a pré estreia de “Frozen 2”, que estreia apenas em janeiro. Após a exibição do longa, os vencedores do Oscar de Melhor Animação pela franquia de animação, Chris Buck e Peter Del Vecho, contaram mais sobre o filme, bastidores e todo o processo de produção da sequência.

Depois disso, Dan Scanlon mostrou trechos de “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica”, que estreia no dia 5 de março, enquanto, no painel de “Um Espião Animal”, o público pode conferir a cena que mostra a transformação do agente secreto em um pombo, com as participações de Nick Bruno e Troy Quane. Os fãs também conheceram um pouco mais dos bastidores de “Star Wars: Galaxy’s Edge”, área temática de Star Wars nos parques da Disney, por meio do conteúdo apresentado por Scott Trowbridge.

Ryan Reynolds e Joe Keery, subiram ao palco do Auditório Cinemark XD junto do diretor Shawn Levy para falar mais sobre o filme “Free Guy – Assumindo o Controle”. Reynolds parecia não acreditar na empolgação do público e surpreendeu ao dizer que este foi o filme que ele mais gostou de fazer. Do elenco de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, subiram ao palco o diretor J. J. Abrams e os atores Daisy Ridley, John Boyega e Oscar Isaac, que falaram sobre as cenas preferidas e o que mais os emocionou nas filmagens, além de uma breve homenagem à saudosa Carrie Fisher.

No painel da Marvel, Kevin Feige, produtor e presidente da Marvel Studios, apresentou ao público conteúdos exclusivos, como um teaser de “Os Eternos”, uma foto nova da série “Wandavision”, além de trechos especiais de “Viúva Negra”, estrelado por Scarlett Johansson e com estreia marcada para abril. Feige ainda adiantou que algumas produções do Disney+ devem ficar prontas no fim de 2020, quando a plataforma chega ao Brasil.

Já o Auditório Ultra começou com um painel com Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, que relembrou sua trajetória desde o início da carreira com a publicação de uma tirinha estrelada pelos os personagens Bidu e Franjinha, em 1959. “Em seis anos, eu estava em 400 jornais no Brasil, e mais ninguém alcançou esse número”, contou.

Logo depois, aconteceu um bate papo sobre o filme “Jaspion” com participação do diretor Rodrigo Bernardo, que contou os desafios da produção ainda sem data de estreia. À tarde, foi a vez do MMO “World of Warcraft”, com a autora Christie Golden, que falou sobre o processo criativo do game e suas obras literárias, além de declarar que adoraria escrever para a série “Loki”, do Disney+.

Os quadrinistas da Chiaroscuro Studios também estiveram no festival para festival para falar sobre a produção de HQs brasileiras de super-heróis. Em seguida, o universo do terror e suas possibilidades, mesclando drama e outros estilos, foram debatidas por Takashi Shimizu, diretor do filme “O Grito”. Com a sala lotada, a presença de dubladores do anime “Dragon Ball” levantou a plateia, que vibrou com a atuação de seus personagens favoritos e comemorou os 35 anos da franquia japonesa. O penúltimo painel foi conduzido por cinco artistas que trabalharam em histórias do Homem-Morcego, incluindo Frank Miller e Neal Adams, para celebrar os 80 anos do personagem. “Batman não é um super-herói. O Batman é você em sua melhor versão. Por isso, as pessoas gostam tanto de ler as histórias dele”, afirmou Adams.

Já no Artists’ Alley, a representatividade LGBTQI+ nos quadrinhos foi muito percebida no espaço dedicado aos artistas, além de ter sido tema de painel com Lorelay Fox. “A dica que dou para quem ainda não se sente representado é se representar por si só”, comenta.

O protagonismo feminino entrou em pauta no Creators Stage em um bate papo com Mônica Sousa, Camila Achutti, Karina Dauch e Maia Malu. Mediado por Paulo Silveira, a conversa falou sobre o “Change The Game”, iniciativa que incentiva e premia mulheres do mundo dos jogos e programação. “Me sentia incomodada com a falta de representatividade nesse meio. Os meninos falavam que não era meu lugar, então decidi criar o meu próprio jogo”, conta a estudante Isabela Fernandes, de Belo Horizonte (MG), uma das vencedoras do concurso.

O palco teve ainda uma apresentação e quiz musical da dupla Rolandinho e Bruno Bock, do canal Pipocando, e a banda NerdStones, que tocou músicas de “Game of Thrones”, “Friends”, “La Casa de Papel” e “De Volta para o Futuro”. A estudante paulistana Beatriz Sueco, 15 anos, conta que ver o Pipocando ao vivo foi um dos melhores momentos do festival. “Acompanho o canal deles desde o começo, e fiquei muito emocionada em vê-los tão de perto”, disse.

O canal “Ilha de Barbados” e Felipe Castanhari discutiram assuntos como relacionamentos e cotidiano. o time do jornalismo esportivo da Globo esteve presente logo depois para um painel sobre os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 e o aumento do número de mulheres nas delegações esportivas brasileiras. Daiane dos Santos, Diego Hypólito, Claudinei Quirino, Fabi Alvim, Flávio Canto e Lars Grael, que subiram ao palco para contar como representaram o Brasil nos jogos olímpicos.

O apresentador, ator e comediante Fábio Porchat, que dubla o Olaf no longa “Frozen”, dividiu o palco com Otaviano Costa, Tati Lopes e Fernanda Paes Leme para a gravação do programa “Que história é essa, Porchat?”.

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