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Música

Com participação de Thiaguinho e Netinho de Paula, Vou Pro Sereno lança primeira edição do “Jogando em Casa”

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O grupo Vou Pro Sereno, que é formado por Alex Sereno, Júlio César, Paulinho e Rodrigo Tchutchucão, lançaram na última sexta (27) o mais novo trabalho de inéditas, a primeira parte do projeto “Jogando em Casa”. Esse é o primeiro DVD da carreira dos artistas e traz o grupo carioca no melhor de seu som característico.

O projeto é composto por seis faixas, sendo elas: “Arco-Íris”, “Se A Fila Andar”, “Nega Da Feira”, “Tudo Mudou”, “Logo Dou Um Jeito” e o medley “Vento dos Areais / Apelo / Pura Solidão”. A gravação do DVD aconteceu na quadra da Mocidade Independente de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, no dia 20 de janeiro deste ano, para um público de mais de 10 mil pessoas.

Ouça “Jogando Em Casa Ed.1”:

“Arco-Íris”, que conta com a participação de Thiaguinho, é a faixa-título é a nova música de trabalho do grupo. A canção estreia acompanhada de vídeo extraído do registro ao vivo do novo DVD, que já está disponível no Youtube. “É um prazer imenso fazer parte desse momento da história do Vou Pro Sereno. Quero agradecer o convite. Sei que é um momento muito importante na vida de um artista, poder registrar uma fase, e essa fase do Vou Pro Sereno é maravilhosa. Tenho certeza que esse será um dia que nunca mais sairá da mente do grupo e de todos que gostam do trabalho deles – e eu sou uma dessas pessoas. Adoro o Vou Pro Sereno e foi incrível cantar com eles ´Arco-Íris´, que é uma música que eu amo e que me deram essa chance de poder dividir com eles. Que essa seja a nossa primeira parceria de várias que ainda vão vir”, relembra Thiaguinho sobre a música em anuncio a impressa.

“Estamos muitos ansiosos e felizes com esse lançamento, um sonho de toda uma carreira, gravar um DVD na nossa escola do coração, Mocidade Independente de Padre Miguel, e com artistas que são nossa referência. Escolhemos a música de trabalho com o Thiaguinho por acreditarmos muito nessa canção e temos a certeza que o público também vai abraça-la. O repertório está incrível, cada canção foi escolhida com muito carinho e pensando no público que ama não só o Samba, mas todos os gêneros musicais”, enfatiza o grupo.

Netinho de Paula se junta ao grupo na faixa “Se A Fila Andar”, mostrando que o Vou Pro Sereno conversa com expoentes do Samba de todas as gerações. “Eu acho que o Vou Pro Sereno é um vento muito forte, um vento que impulsiona o Samba para outros patamares. Eles conseguiram fazer sucesso cantando músicas de vários outros artistas, colocando a percussão e a harmonia deles a favor dessas músicas que se eternizaram. E hoje eles são reconhecidos pelo sucesso deles e do que eles cantam de todos os outros. Acho que é por isso que todos os artistas gostam deles. O Vou Pro Sereno acabou influenciando de novo essa coisa de existir o Samba de roda, o Samba nos bairros, nas quebradas. A gente ama esses caras!”, completa Netinho de Paula sobre o grupo.

Com esse projeto, o grupo pretende alcançar novos públicos, que contou com uma estrutura grandiosa para dimensionar o potencial do Vou Pro Sereno. Destaque para o cenário, formado por um palco em três níveis, por onde os artistas e as participações transitavam. No primeiro nível, o grupo trouxe um verdadeiro boteco, com sinuca e serviço de bebidas durante a gravação. O segundo nível, onde os artistas iniciaram a apresentação, ficou reservado para a banda. No terceiro nível, um palco que os deixou bem próximos ao público.

Eles se preparam para lançar os vídeos das faixas que completam o EP nas próximas semanas. O projeto ainda irá revelar mais três edições, que contarão com as participações de Belo, Mumuzinho, Ludmilla e Tony Salles, do Parangolé.

Sobre o Vou Pro Sereno:

Vou Pro Sereno ou “VPS”, como chamam os fãs, é formado por Alex Sereno (tantã e voz), Júlio César (pandeiro e voz), Paulinho (reco-reco) e Rodrigo Tchutchucão (violão). Com mais de 20 anos de história, o quarteto surgiu na Zona Oeste do Rio e explodiu nacionalmente com a música “Nada Pra Fazer”, que deu nome a uma roda de samba que levava cerca de 10 mil pessoas ao Bangu Atlético Clube, na cidade do Rio de Janeiro. A roda começou a atrair amantes do Samba, além de muitos sambistas. Desde então, o grupo passou a rodar com o projeto, embalando e animando o público com o melhor dos clássicos do Samba pelo país.

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