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Entrevista | Dona Cislene comemora lançamento do terceiro álbum e apresentação no Rock in Rio

Imagem: Renato Mori

Dois anos após o lançamento de “Meninos & Leões”, Dona Cislene disponibiliza nas plataformas digitais a primeira parte do terceiro álbum da carreira, “TempoRei”. No total, o projeto contará com 10 faixas autorais, que serão lançadas até novembro. 

Fundada em Brasília, berço importante do rock, a Dona Cislene conta com Bruno Alpino nos vocais, Guilherme de Bem na guitarra, Pedro Piauí no baixo e Paulo Sampaio na bateria. O novo trabalho coroa a excelente fase da banda, que se apresenta no Rock in Rio, no próximo dia 28. 

Atração do Palco Supernova no segundo dia de festival, a banda promete agitar o público com canções dos primeiros álbuns e com a primeira apresentação de “Temporei”, atual single do conjunto. 

O Poltrona Vip conversou com o guitarrista Guilherme de Bem. Nos intervalos dos ensaios para a apresentação no Rock in Rio, ele adiantou detalhes sobre o show e contou curiosidades sobre a produção do terceiro álbum. 

Poltrona Vip: Vocês estão lançando “TempoRei”, o terceiro álbum da carreira. O que o público pode esperar do novo trabalho? 

Guilherme de Bem: Esse álbum foi feito esse ano e foi produzido pela gente no nosso escritório. Ficamos confinados lá por dois meses, sem produtor, sem ninguém, para elaborar as 10 músicas. Depois dissos, chamamos o produtor que trabalhou com a gente nos dois primeiros CDs e fomos para o estúdio dele gravar o que preparamos no nosso escritório. Foi muito corrido, mas foi muito pensado, com muita verdade. Estávamos há um tempo sem gravar, então, tanto a gente quanto os nossos fãs estávamos esperando muito esse CD. Ele anda por todas as partes que a Dona Cislene já andou e por coisas novas também. Estamos muito felizes com o resultado e muito ansiosos para mostrar pra todo mundo. 

PVIP: Sobre a sonoridade do álbum, qual a principal diferença em relação aos dois primeiros? 

GB: A gente mexeu bastante em relação a isso. Nosso primeiro álbum a gente fez muito moleque. Começamos a compor em 2012 e lançamos em 2014. O segundo álbum é um pouco mais denso. No novo álbum, tentamos buscar um pouco desses dois CDs e buscar coisas novas também. Esse disco está muito diferente em relação aos outros em questão de timbre, de letra e composição. Estamos contando com participações do Scalene e dos Selvagens à Procura de Lei, que são bandas muito amigas nossas. O Scalene nasceu com a gente em Brasília e os Selvagens conhecemos quando moramos em São Paulo em 2016. É um álbum muito mais intimista, que conta muitas histórias. Estamos muito felizes com isso tudo! 

PVIP: Como vocês dividem os trabalhos na hora de criar? 

GB: O Bruno fica com a parte da composição. Ele apresenta pra gente e os quatro elaboram a música juntos. Essa é a fórmula que a gente tem usado há muito tempo e tem dado certo. É um pouco diferente do padrão, mas a gente gosta porque conseguimos fazer todo mundo junto e é muito legal. 

PVIP: Vocês serão atração do Palco Supernova, no Rock in Rio. Como surgiu a oportunidade?

GB: Estávamos no escritório finalizando o álbum e o pessoal da Sony Music me ligou. Já conhecemos o pessoal da Sony desde 2014, mas como amigos, nada profissional. Chegou o convite e no começo, eu me assustei. Achei até que era trote (risos). Estamos muito animados com a primeira vez no Rock in Rio. Espero que de muitas! 

PVIP: Como estão os preparativos para o show? Pode adiantar um pouquinho do setlist? 

GB: Estamos no ensaio agora (risos). Estamos nos preparando bastante, tanto musicalmente, quanto na parte da divulgação. Abre umas portas muito grande e a gente não sabe quando vai ter essa oportunidade de novo. Vai ser pouco tempo de palco, então, na setlist vai ter a música nova, “Temporei”, que vai ser a primeira vez que a gente vai tocar. Vão ter também músicas que ajudaram a gente na carreira. “Má Influência” e “Good Vibe” com certeza tem porque se a gente não toca essas o pessoal fica meio puto. 

PVIP: O Rock in Rio é um passo muito importante para a carreira de qualquer artista. O que vocês esperam depois das apresentações? Tem algum planejamento para aproveitar a repercussão? 

GB: Estamos focados na divulgação e na turnê do novo disco. A agenda desse ano está praticamente fechada. Mesmo não tocando ainda, tenho certeza que o Rock in Rio ajudou bastante a fechar shows. Até dezembro vai ter shows e vamos ver como vai ser ano que vem. A gente quer rodar o Brasil inteiro de novo, só que agora com esse CD novo. Estamos bem empolgados! 

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