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Música

“Amores e Flores” | Melim lança segunda parte de álbum gravado em Los Angeles

“Amores e Flores” chega acompanhado de videoclipe para a faixa “Possessiva”, colaboração de Projota e homenagem a Arlindo Cruz

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Foto: Felipe Carzo

“Amores e Flores”, a segunda parte do álbum do trio Melim, chegou nesta sexta-feira (22) em todas as plataformas de streaming. Com sete faixas, o disco conta com a colaboração especial de Projota e chegou acompanhado do videoclipe para a canção “Possessiva”, nova single dos irmãos cariocas.

“As pessoas receberam o primeiro álbum em um período muito mais difícil do que o que elas vão receber agora. Querendo ou não, por mais que a gente ainda não tenha sido vacinado, acho que com a chegada da vacina as incertezas diminuem. Então mesmo que as músicas fossem iguais, já seriam recebidas de maneira diferente por esse motivo”, refletiu Diogo.

Sobre as composições, Rodrigo conta que as canções foram escritas em meados de 2019 e revela que os irmãos criaram o hábito de estarem sempre compondo novas canções para serem gravadas em um outro momento. “Foram feitas em 2019, naquela loucura de shows, tendo que fazer muitas canções em viagens e hotéis. A gente também sabe dos prazos. Tem gente que fala: ‘Cara, isso é muito cruel, essa coisa de ter que compor tantas músicas.’. Mas a gente é perfeccionista, também, a gente quer sempre as melhores músicas para entregar o melhor álbum possível. Eu estou bem satisfeito com o resultado. Acho que conseguimos músicas bem relevantes e bonitas”, disse.

O “Amores e Flores” conta com canções românticas, positivas e misturam reggae, pop e folk, gêneros que são características da sonoridade solar dos irmãos. A primeira parte do projeto, o “Eu Feat. Você”, chegou em maio do último ano e foi tão bem recebido pelo público e crítica que foi indicado ao Grammy Latino 2020 na categoria “Melhor Álbum de Pop Contemporâneo”.

“Chique demais. Quando recebemos a notícia de que fomos indicados, fomos ao céu. É uma premiação imponente, importante. E é um dos sonhos que a gente já cultivava. É a tradução de que a gente chegou onde esperava. E ainda recebemos o convite para nos apresentar, e isso foi o surto. Foram apenas mais dois artistas que receberam o convite, Anitta e Emicida. A gente se sentiu muito honrado”, relembrou Gabi.

Diogo completou dizendo que a indicação também fez com que os irmãos refletissem sobre a carreira e relembrassem da trajetória. “Todas essas conquistas fazem você voltar um pouco e ficar nostálgico. Passou a nossa história na cabeça, de quando decidimos fazer música. De quando abrimos mão de qualquer coisa para viver o nosso sonho. A gente teve vários nãos, assim como vários artistas. É como se fosse uma coroação. A gente se sentiu ganhador independente do resultado. Ser indicado foi mais especial do que saber se a gente ia ganhar ou não”, disse.

O disco foi gravado no Capitol Records Studios, em Los Angeles, mesmo lugar em que grandes nomes da música também já trabalharam. “Conhecemos pessoas incríveis, o cara que faz mixagem da Dua Lipa, acabei gravando com o microfone do Frank Sinatra e foi super inusitado. Quando a gente voltou, eu vi um post nas redes sociais do Shawn Mendes e Justin Bieber, cantando num piano, e descobri que era o mesmo que a gente tocou lá. A entrada parece um tapete vermelho. Não sei se é pra ficar intimidado ou ir animando… É uma responsabilidade de acertar ou acertar”, avalia Diogo.

Colaboração com Projota e homenagem a Arlindo Cruz

Dentre as sete faixas escolhidas para compor o projeto está a canção “Teu céu”, que conta com uma pegada pop e traz a colaboração do rapper Projota. “A música é uma companheira da gente, e marca muito os momentos da vida. Quero que nosso álbum embale muitas histórias de pessoas. Para a gente, é realmente uma honra”, disse Diogo.

O disco conta ainda com uma regravação da faixa “O Bem”, de Arlindo Cruz, em homenagem ao grande nome da música brasileira sofreu um AVC em março de 2017 e desde então vem se recuperando. “Não foi planejado, surgiu espontaneamente. A gente ficou pensativo sobre gravar ou não uma releitura, se a gente deveria lançar depois do álbum. Mas tinha, afinal, tudo a ver com nosso propósito, e a Gabi curte samba e adora o Arlindo [Cruz]. E também teve a minha mãe, que veio com o papo de que tinha uma música para mostrar para a gente, mandou o link e disse que estava ouvindo todos os dias. Falou: ‘Vocês podiam fazer uma versão dessa música’. Mal sabia ela que já estava gravada”, relembrou Diogo.

Ouça o álbum:

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