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R. Kelly é condenado por extorsão e tráfico sexual de mulheres e menores de idade

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Imagem de 6 de junho de 2019 mostra R. Kelly chegando a tribunal de Chicago — Foto: E. Jason Wambsgans/Chicago Tribune via AP/Arquivo

O cantor R. Kelly foi condenado por um júri federal nesta segunda-feira (27) pelas acusações de extorsão e tráfico sexual. Os promotores acusam o cantor de R&B de usar a fama e carisma para recrutar mulheres e garotas menores de idade, incluindo algumas arrancadas da multidão dos shows. 

Ao todo, foram nove acusações, incluindo uma de extorsão, com 14 atos subjacentes que incluíam exploração sexual de uma criança, sequestro, suborno e tráfico sexual, além de mais oito adicionais de violações da Lei Mann, uma lei de tráfico sexual.

O júri, composto por sete homens e cinco mulheres, começou a deliberar na tarde da última sexta-feira, 24, antes de votarem pela condenação de Kelly, de 54 anos, em todas as acusações que ele enfrenta, após um julgamento que durou 5 semanas e meia. Kelly enfrenta um mínimo obrigatório de 10 anos atrás das grades e pode pegar prisão perpétua em sua sentença de 4 de maio de 2022.

Os advogados de Kelly não ficaram satisfeitos com o veredito e estão considerando entrar com um recurso. “O veredito de culpado de hoje marca para sempre R. Kelly como um predador, que usou sua fama e fortuna para atacar os jovens, os vulneráveis ​​e os sem voz para sua própria satisfação sexual”, disse Jacquelyn Kasulis, procuradora interina do Distrito Leste de Nova York.

Algumas testemunhas relataram que as vítimas esperavam que Kelly pudesse ajudar com carreiras, apenas para descobrir que ele exigia sua obediência estrita e as puniria se falhassem. Diversas testemunhas alegaram que Kelly colocava medo nas vítimas caso elas não atendessem a todas as necessidades, sexuais e outras. 

Muitas acusações contra Kelly foram incluídas no documentário “Surviving R. Kelly”, de janeiro de 2019. “Elogiamos os sobreviventes por sua coragem em falar e compartilhar suas histórias”, disseram os produtores do documentário e da Lifetime em um comunicado conjunto. “Eles abriram conversas importantes sobre o abuso sexual que precisava acontecer.”

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