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Raquel Pacheco confirma sequência de “Bruna Surfistinha” após polêmica com Bolsonaro

Raquel Pacheco, também conhecida como Bruna Surfistinha, fugiu de casa durante sua adolescência para se prostituir e usar drogas.

O filme sobre a vida de uma das mais famosas garotas de programa do Brasil, estrelado em 2011 por Deborah Secco, “Bruna Surfistinha” poderá ganhar uma sequência em breve. Raquel Pacheco, a criadora da “personagem” que lançou sua autobiografia “O Doce Veneno do Escorpião” lançado em 2005 dando vida ao longa, confirmou ao jornal Extra que existe um projeto sobre a continuação: “A continuação do filme é um projeto em andamento”, disse a ex-prostituta.

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Na última quinta-feira (18), Raquel teve seu nome citado pelo presidente Jair Bolsonaro onde criticou o patrocínio federal de produções audiovisuais como o do filme “Bruna Surfistinha”. O presidente que pretende transferir a Ancine (Agência Nacional do Cinema) para Brasília, alegou que o dinheiro púbico não seria destinados a filmes que fazem “ativismo”.

“O [ministro da Cidadania] Osmar Terra e eu fomos para um canto e nos acertamos. Não posso admitir que, com dinheiro público, se façam filmes como o da Bruna Surfistinha. Não dá. Ele apresentou propostas sobre a Ancine, para trazer para Brasília. Não somos contra essa ou aquela opção, mas o ativismo não podemos permitir em respeito às famílias. É uma coisa que mudou com a chegada do governo”, declarou Jair Bolsonaro.

O novo filme, porém, não deve contar com a participação de Deborah Secco, que avisa que não toparia participar da sequência do longa, ela alega que já passou por esse desafio, que Bruna Surfistinha foi uma personagem que ela tem muito orgulho de ter feito, mas que, agora, está em busca de novos trabalhos.

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Em 2011, o filme contou com mais de 2 milhões em público ao ser lançado sendo a segunda maior bilheteria daquele ano. Afirmando que é “mais uma fala infeliz de Bolsonaro”, Raquel Pacheco que trabalha atualmente como DJ e presta consultoria sexual pela internet continuou: “…eu digo que ele, antes de fazer juízo de valor sobre os outros, ele deveria cuidar da moral da própria família, e ainda do nosso país. Afinal, ele está cuidando demais do que não precisa e fazendo pouco do dever dele principal, que é ser presidente”, disse Raquel.

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