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Crítica de Séries

Repleta de ação, 2ª temporada de “Hanna” aborda conceito de amizade e novas identidades | Crítica

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HANNA SEGUNDA TEMPORADA

O Amazon Prime Video lançou nesta sexta-feira (03) a segunda temporada da produção original “Hanna”. Baseada no filme de mesmo nome lançado em 2011, a série foi criada e escrita por David Farr e conta com direção de Sarah Adina Smith. O texto abaixo poderá conter alguns pequenos spoilers, mas nada que destrua a experiência do público ao assistir a série.

Resumindo bem brevemente a primeira temporada da produção, durante os episódios conhecemos Hanna (Esme Creed-Miles), de 15 anos, que viveu durante toda a vida reclusa no meio da floresta da Polônia com Erik (Joel Kinnaman), única pessoa que ela conheceu na vida e que tinha como pai.

Erik trabalhava como recrutador de um programa da CIA, chamado UTRAX, onde reforçavam o DNA de crianças para criar super-soldados. Uma das mulheres grávidas que ele levou para o experimento era a mãe de Hanna, a Johanna (Joanna Kulig), por quem acabou se apaixonando. Erik, então, resgata a bebê Hanna e eles fogem. Depois disso, a CIA ordena que a agente Marissa, encerre o projeto e elimine todos os bebês. Após 15 anos escondidos na floresta na Polônia, Erik e Hanna chamam a atenção da agente, que promete caçá-los.

Após os acontecimentos marcantes da primeira temporada, o novo ano da série começa basicamente de onde a anterior chegou ao fim e agora Hanna e Clara tentam se manter seguras em uma floresta da Romênia. Enquanto isso, as outras cadetes são transferidas para um novo complexo educacional, o The Meadows, onde recebem novas identidades.

Um dos pontos mais interessantes da temporada – e talvez um tanto quanto bizarro! – é ver como as meninas lidam com essas novas identidades e são treinadas para que todos os detalhes sejam vistos como verdade. As cadetes recebem um álbum de família com fotos de quando eram crianças, possuem pais, irmãos e até animais de estimação. Além disso, para a história ficar ainda mais convincente, elas ganham informações de como é o lugar “onde nasceram” e aprendem outras habilidades, como piano.

Diante de uma nova ameaça, as cadetes são enviadas em missão e devem colocar em prática tudo o que aprenderam em treinamento. Nesse novo desafio, as Jules e Hanna são enviadas a Londres e terão que descobrir quem é a fonte anônima que ameaça o experimento da UTRAX, quando uma jornalista está prestes a receber informações muito importantes e confidenciais. Enquanto isso, Clara e Sandy são enviadas a Barcelona em uma outra missão.

Além de toda a ação nos episódios, o novo ano da série também aborda muito o conceito de amizade e é interessante ver como Hanna lida com esse sentimento, uma vez que viveu parte da vida escondida em uma caverna no meio da floresta. Hanna tenta de todas as formas proteger Clara e ajudá-la a conseguir encontrar a própria mãe, que até então acreditava estar morta.

A segunda temporada da produção original Prime Video cativa mais que a primeira, uma vez que existem uma dezena de personagens novos e acontecimentos simultâneos. Somos apresentados às cadetes de uma forma bem mais profunda e mais emocional e acompanhamos toda a formação de todas essas novas personalidades e de vidas cheias de detalhes bem específicos.

“Hanna” conseguiu com a segunda temporada explicar alguns pontos importantes, assim como criar uma conexão maior com quem assiste. Além disso, a produção segue uma linha muito boa, que não é muito rápida e nem muito devagar, mas traz ao público o tanto de informação que é preciso para construir a história. Todos esses acontecimentos são retratados de uma maneira leve, porém ainda mais cheia de ação que a primeira temporada e termina de um jeito muito satisfatório.

Para assistir “Hanna” basta acessar o site do Amazon Prime Video e realizar o cadastro. A plataforma de streaming, que possui produções originais e sucessos da tv e cinema, dá ainda 30 dias de teste grátis para novos assinantes. Para conferir, clique aqui.

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