Neste sábado (25), o Brasil fez história em evento francês. O filme nacional “Bacurau” ganhou, pela primeira vez, na terceira categoria mais importante do Festival de Cannes, empatando com o drama francês “Les Misérables”.
Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornellas, o filme é ousado e mistura drama e suspense ao retratar uma cidade no Sertão, que aparentemente não consta nos mapas. Durante o agradecimento, Mendonça Filho, também produtor da obra, mandou um beijo para Pernambuco, sua cidade natal. Em fala política, Dornellas dedicou o prêmio a brasileiros envolvidos nas áreas da ciência, cultura e educação.
Há forte presença, no elenco e produto final, da valorização da diversidade e alusão ao cenário político do país. Confira o trailer de "Bacurau":
Na cidade da França, Cannes, acontece desde 1946, sempre no mês de maio, um dos festivais mais prestigiados de cinema do mundo. Foi idealizado por Jean Zay e inicialmente conhecido por Festival Internacional du film. Somente a partir de 2002 o evento passou a ser chamado de Festival de Cannes.
Não foi a primeira vez que o Brasil marcou presença no festival. Em 1962 levou a Palma de Ouro, com a obra de Anselmo Duarte “O pagador de promessas”.
Sete anos após essa vitória, em 1969, “O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro” fez com que Glauber Rocha levasse o prêmio de Melhor Diretor.
Na categoria Interpretação Feminina, Brasil foi vencedor em dois anos, 1986 e 2008. No primeiro, Fernanda Torres ganhou, com “Eu sei que vou te amar”, e no segundo Sandra Coverloni, com “Linha de Passe”.
Artista foi confirmado pela Prefeitura do Rio e chega à festa da virada em meio às comemorações de seus 50 anos de carreira.
Novela de Walcyr Carrasco, protagonizada por Juliana Paes, será reprisada no Vale a Pena Ver de Novo a partir do dia 23.
Exibições acontecem nos dias 24, 25, 30 e 31 de outubro, em complexos selecionados da Rede
Seleção reúne novidades de Dominic Fike, Fontaines D.C., David Guetta, Marlon Hoffstadt, SANTOS BRAVOS e Slayyyter, nomes confirmados na edição de 15 anos do festival
Roberta Rodrigues brilha em sua primeira protagonista no streaming em 25 anos de carreira, em uma trama que mistura drama jurídico, suspense, poder e dilemas éticos.