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CCXP19 | Globoplay traz vilãs da televisão, elenco de Eu, a Vó e a Boi e da série Onde Está Meu Coração

O público se emocionou com fala de Fábio Assunção e ópera O Mio Babbino Caro interpretada por Alessandra Maestrini

Após participação do elenco de “As Five” na quinta-feira, Globoplay chegou com tudo no terceiro dia de CCXP. O painel foi apresentado nesta sexta-feira (06), trouxe para o público presente as novidades das novas séries da plataforma, deixando o público ainda mais ansioso.

Fábio Assunção foi um dos grandes destaques ao trazer temas políticos e abordar assunto sobre drogas ao palco. O ator estava presente para falar sobre a série “Onde Está Meu Coração”, onde ele protagoniza ao lado de Mariana Lima, um casal de médicos com uma filha (Letícia Colin) viciada em crack.

Assunção fez um emocionante discursos sobre o uso de drogas e seus vícios, além de pontuar a importância que esse assunto tem e que, precisa ganhar mais repercussão. “Agradeço muito a oportunidade de falar sobre esse tema. De falar sobre isso dentro da dramaturgia, não através do roubo da minha imagem. Eu vivi todos os lados desta questão”, falou o ator.

O painel teve pelo segundo dia consecutivo protestos políticos. George Moura, um dos autores de “Onde Está o Coração”, aproveitou o momento no painel para fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro. “Esta série é importante para mostrar que somos trabalhadores, não vagabundos. Que neste país as coisas não vão se resolver com arma, mas com amor. Ninguém solta a mão de ninguém”, desabafou.

No elenco, além de Fábio, também fazem parte Colin, Daniel Oliveira e Fabian. Onde Está o Coração está prevista para estrear em 2020, na Globoplay.

Eu, a Vó e a Boi

Arlete Salles subiu ao palco para para falar sobre a sua personagem na mais nova série, “Eu, a Vó e a Boi“. A atriz levou o público ao delírio, que acabou a interrompendo para aplaudir de pé, enquanto gritavam seu nome. “Isso tudo é para mim? Não acredito! Que troca linda”, falou Arlete bastante emocionada.

A atriz interpreta a avó materna de Roblou (Daniel Rangel). Viúva e mãe de Norma (Danielle Winits) e Celeste (Giovana Zotti), vive para odiar sua vizinha Yolanda (Vera Holtz), a quem apelidou de “Boi”. Mora com as filhas e o neto Roblou (Daniel Rangel), e esbraveja para quem quiser ouvir seu desgosto com o fato de sua filha Norma ter sido casada com Montgomery (Marco Luque), filho da Boi.

Danielle Winits também esteve presente e foi bastante prestigiada pelo público ao falar um pouquinho sobre a sua personagem. A atriz contou que o seu lado materno foi essencial para ajudar a compor a sua personagem, Norma. 

Eu sou mãe de dois meninos menores que os meus filhos na série, um de 11 e um de 8 anos. Serviu de experiência pra mim. A Norma é uma fortaleza doce. Eu gosto desse retrato. Quando eu li a sinopse estava escrito que ela era uma boneca machucada. A Norma é uma mulher possível, que a gente enxerga, entende as dores dela”, diz a atriz.

Para finalizar o painel da série, Alessandra Maestrini encantou o público da CCXP ao fazer um número musical. Ela cantou a ópera O Mio Babbino Caro, conhecida na voz de Katherine Jenkins. A atriz interpreta Seu Rocha, um policial protetor, leal e apaixonado pela personagem de Danielle Winits.

Painel Vilões de Novela no estande da plataforma de streaming

Os vilões que mais amamos juntinhos! Agatha Moreira, Renata Sorrah e Mateus Solano se juntaram no palco da Globoplay para bater um super papo sobre os inesquecíveis vilões Josiane, Nazaré, Félix e Dalila.

Ao falar sobre o seu personagem, Jô que fez o maior sucesso nas telas, a atriz conta que sabia o desfecho a muito tempo, porém guardava a sete chaves. “Sabia o final, mas não contei nem para minha mãe. Deu a maior briga lá em casa. Enganei todo mundo mesmo. Mas eu realmente queria terminar como vilã.”

Já Mateus Solano, que interpretou o amado e odiado Félix em “Amor à Vida”, relembrou os bordões que até hoje não sai da boca do povo. “‘Eu devo ter picado salsinha na tábua dos 10 mandamentos. Eu devo ter salgado a Santa Ceia. Eu devo ter feito permanente nos cachos de Maria Madalena’.

Renata Sorrah relembrou a icônica Nazaré Tedesco de “Senhora do Destino”, que não foi esquecida pelo povo até os dias de hoje. “Ela tinha paixão pela filha. Uma filha roubada que ela adorava. Uma vez vi uma babá falar para uma criança: ‘Olha que a Nazaré vai te pegar’. Eu fiquei arrasada!”, lembra a atriz sobre a enorme repercussão de sua vilã.

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