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Entrevistas

Entrevista | Vitor Kley inicia nova fase da carreira com o single “O Amor Machuca Demais”

Novo single faz homenagem ao rock dos anos 2000 com participações de Di Ferrero, Lucas Silveira e outros artistas da cena

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Foto: Cesar Ovalle

Esqueça tudo o que já ouviu e pensou ao ouvir o nome “Vitor Kley”. Dando uma repaginada na carreira, o cantor revelou detalhes, em entrevista exclusiva à Poltrona Vip, de sua nova fase e single “O Amor Machuca Demais”, divulgado na última quarta-feira (10) junto ao videoclipe oficial.

Depois de conquistar o país cantando sobre as vantagens de se apaixonar, Vitor decidiu que era hora de citar o amor de outra maneira: “É um tema que eu nunca falei. Eu sempre fui um cara que falava desse sentimento de uma forma positiva, apesar de já ter me ferrado pra caramba por amor”. Por conta de uma experiência pessoal de seu irmão, sentiu a inspiração que precisava para compor a faixa em outra perspectiva: a da desilusão amorosa. “Pensei ‘vou falar sobre isso’, porque eu já vivi isso. O meu irmão está vivendo, as pessoas já viveram e vão viver também e tenho certeza que vai ser legal por ser um tema diferente”.

E as mudanças não tiveram apenas relação com a letra. A sonoridade de “O Amor Machuca Demais” também é novidade e conversa com um o pop/rock, estilo muito popular dos anos 2000. “É meio colado com o emo/rock, punk/rock e as coisas mais da rebeldia. A minha primeira banda da escola, onde eu tocava com meus amigos, tinha NX Zero, Fresno… Eu e meu irmão compartilhamos muitos discos do Blink [Blink 182], Good Charlotte, Avril Lavigne. É algo presente na minha vida desde moleque”. E se o gênero rondou e ainda ronda a sua vida pessoal, nos shows também não é diferente. “Quem já foi nos meus shows sabe que a gente usa e abusa das guitarras distorcidas, pressão e tal, então não é algo só pontual. Essa música, na verdade, já desencadeou várias outras nessa mesma pegada”.

O videoclipe de “O Amor Machuca Demais” teve direção assinada por Henrique Corrêa e mostra que os professores são os maiores rockstars do país. Ambientado em uma sala de aula, a produção conta com alguns nomes que influenciaram Vitor musicalmente de alguma maneira, como Di Ferrero (NX Zero), Daniel Weksler (NX Zero), Lucas Silveira (Fresno) e MariMoon, que interpretando os professores, além da banda Hotelo, Carol Biazin, Gabriel Elias, Elana Dara, Day Limns, Gabriel Gonti e Flav.

“Eu tinha uma ideia muito megalomaníaca que envolvia esses integrantes [os convidados do clipe], e aí quando eu apresentei essa ideia, todo mundo falou ‘Vitor tá louco? Isso aí pra viabilizar vai ser foda pra caralho, um milhão de locações’. E aí surgiu o diretor do clipe, o Henrique Bolívar, da Sete Filmes, que ele tinha uma ideia pra uma música do álbum “A Bolha”, que era a própria música “A Bolha” até, que eu era professor de crianças em uma escola de rock. E quando ele me falou essas coisas eu falei ‘dá pra gente misturar essas ideias, pegar os integrantes e ser os nossos professores, da minha geração.’ “O lance da mensagem ali por trás é que eu era um cara tímido na escola e um belo dia, a minha vida mudou. É uma mensagem de libertação, no fundo é isso.”, explica Vitor.

Foto: Cesar Ovalle

E para quem gosta de caçar easter eggs, o videoclipe de “O Amor Machuca Demais” é um prato cheio. Vitor revelou que existem muitos pontos a serem desvendados e para quem curte pausar o vídeo para procurar algo, já pode iniciar a missão. Além disso, traz uma mensagem muito importante sobre liberdade e autenticidade.

“Eu quero que os meus fãs, as pessoas que vão assistir esse clipe, se sintam livres para ser o que elas quiserem ser. Que vivam as fases todas delas, e foi como eu me senti nesse clipe, eu realmente me senti livre. Fazendo uma parada que eu ouvia há muito tempo e que eu nunca tive a oportunidade de mostrar pra ninguém e agora tô podendo. Eu me emocionei, eu dei risada no clipe porque eu me vi ali. Eu me vi naquele moleque tímido e depois me vi livre, sendo quem eu sou”, conta o artista.

Sobre um futuro novo álbum, Vitor disse ainda não ter nada concreto, porém, pensa na possibilidade e já tem três músicas prontas, para além de “O Amor Machuca Demais”. Duas composições também com influência do pop/rock e outra mais calma, sem tanto “som de guitarra”

“A gente pensa em lançar um álbum novo mais pra frente. Vimos o poder que um álbum tem com esse lance do Grammy, né? A gente foi indicado com um [A Bolha] ao Grammy Latino, então a gente sabe o poder que tem um conceito todo pensado, uma história contada em faixas. Todas as músicas que eu gravei agora, que estão prontas, falam sobre temas que nunca falei antes. Se não for uma desilusão amorosa, é sobre uma parada que ninguém nunca ouviu o Vitor falar. Algo que ninguém nunca imaginou que o Vitor Kley passasse”, revela.

“O Amor Machuca Demais” está disponível em todas as plataformas digitais, disponibilizado pelo Midas Music. Assista a entrevista na íntegra em nosso canal do Youtube.

Texto: Luiz Eugênio

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