Terceiro dia de festival ainda teve Pedro Sampaio, Duda Beat, Luísa Sonza e muito mais
Atenção: este conteúdo foi publicadoO terceiro dia do The Town 2025 foi marcado por um momento que já entrou para a história do festival. Os Backstreet Boys retornaram ao Brasil nesta sexta-feira (12) e fizeram um espetáculo arrebatador no Palco Skyline, diante de 75 mil pessoas que cantaram cada verso, dançaram e vibraram do início ao fim. Com vocais impecáveis, coreografias icônicas, cenografia grandiosa e efeitos pirotécnicos, a boyband provou que continua sendo um fenômeno atemporal.
Desde cedo, fãs de todo o país chegaram à Cidade da Música em busca de experiências inesquecíveis. O clima nostálgico transportou o público direto para os anos 1990 e 2000, numa viagem afetiva que misturou música, emoção e memória coletiva.
Além dos norte-americanos, o Skyline também recebeu apresentações de Jason Derulo, CeeLo Green e Jota Quest. Em outros palcos, brilhos não faltaram: Luísa Sonza encerrou a noite no The One, o Snarky Puppy levou o jazz à São Paulo Square, Kayblack dominou o Quebrada e TZ da Coronel foi destaque no Factory.
Entre os milhares de presentes, a enfermeira Eslaine Barbosa, de 36 anos, viveu sua primeira vez no festival sozinha – e não se arrependeu. "Foi uma escolha incrível. Vim para ver o Jota Quest e os Backstreet Boys, e saio daqui encantada com a energia do público. O espetáculo The Flight foi sensacional e emocionante, vai ficar guardado como lembrança única", contou.
O designer gráfico Gustavo Silva, 41, também marcou presença para assistir ao Jota Quest pela primeira vez. "Achei incrível, uma energia fantástica. Eles tocaram as clássicas e a homenagem ao Tim Maia foi muito bacana", disse. Ao lado da esposa Camila, ele também vibrou com os shows de CeeLo Green e Jason Derulo.
Os Backstreet Boys foram os headliners do dia e transformaram a Cidade da Música em um coral de 75 mil vozes. Clássicos como "I Want It That Way", "Everybody" e "As Long As You Love Me" embalaram uma multidão em êxtase. A apresentação ainda celebrou os 25 anos do álbum Millennium, com direito a uma cópia entregue no palco para Nick Carter, Howie Dorough, AJ McLean, Brian Littrell e Kevin Richardson.
Antes deles, Jason Derulo incendiou o palco com hits de pop e R&B, trazendo muito funk brasileiro ao setlist. CeeLo Green entregou soul, groove e samba em um show vibrante. Já o Jota Quest aqueceu o público com sucessos como "Hoje" e "Dias Melhores", além de homenagear Tim Maia no encerramento.
No The One, o pop nacional ganhou força com Luísa Sonza, que apresentou um show inédito, pensado exclusivamente para o festival. A noite também contou com Pedro Sampaio, Duda Beat e Di Ferrero, cada um trazendo identidade e performances impactantes.
O Quebrada reforçou a potência das periferias com Kayblack, Duquesa e a Batalha da Aldeia – Superliga, que garantiu grandes confrontos de rima. Já no Factory, a diversidade marcou presença com TZ da Coronel, Alee, Brô MC’s e Kaê Guajajara, unindo trap, rap indígena e Música Popular Originária.
Na São Paulo Square, o jazz foi protagonista com o Snarky Puppy, além das participações de Leo Gandelman, Alaíde Costa e Claudette Soares, em encontros memoráveis. E para encerrar, a The Tower Experience levou tecnologia, música eletrônica e visuais imersivos com o set explosivo de Dubdogz.
O The Town também reafirmou seu compromisso com ações sociais e de sustentabilidade. Iniciativas como a Feira Preta, que fomenta o empreendedorismo negro, e o leilão beneficente da Play For a Cause deram ao público a chance de unir diversão a impacto social. O festival ainda promoveu um bate-papo do Portal Negritudes, da Globo, com Sarah Rodrigues e Thelminha, reforçando a importância da representatividade no audiovisual.
Para chegar ao festival, o público conta com opções oficiais: Trem Expresso The Town, Ônibus Express, metrô e trens 24h, além do serviço Primeira Classe com embarque dentro da Cidade da Música. A organização reforça que o acesso é realizado exclusivamente via aplicativo Quentro, com ingressos digitais ativados previamente.
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