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Entrevista | Aposta da nova geração do pagode, Guga Nandes lança o álbum de estreia “Pra Não Desgrudar”

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Compositor por trás de hits de grandes estrelas do pagode, como Ferrugem e Dilsinho, o cantor Guga Nandes lançou na última sexta-feira (20) o primeiro álbum da carreira, “Pra Não Desgrudar – Vol. 1”. O trabalho conta com a produção de Bruno Cardoso, vocalista do Sorriso Maroto, e Lelê

Aos 21 anos, Guga já conta vasta experiência no mercado musical. Ainda na infância, foi um dos calouros mirins do programa “Raul Gil”. Em 2015, fundou um canal de covers no YouTube, o que fez com que chamasse a atenção de diversas estrelas do pagode, tanto como intérprete, quanto como compositor. 

“Pra Não Desgrudar – Vol. 1” coroa a parceria entre Guga e a Universal Music, firmada em fevereiro do ano passado. O álbum conta com as participações de Vitão, Mumuzinho, Gabily e Suel. Os integrantes da banda Melim também aparecem no trabalho na composição da faixa “Insuperável”.

Além do disco, o público poderá conferir as canções do “Pra Não Desgrudar – Vol. 1”  em vídeo. Os registros contam com direção de Júlio Loureiro, responsável pelos DVDs “Hello Mundo”, de Ludmilla, e “Levada do Gigante”, de Léo Santana. As performances de “Reticências” e da faixa-título já estão disponíveis no canal oficial do artista no YouTube; as demais serão publicadas semanalmente.

O Poltrona Vip conversou com Guga Nandes sobre o álbum de estreia e todos os passos da carreira até o lançamento. 

Poltrona Vip: O volume 1 do álbum “Pra Não Desgrudar” acaba de chegar às plataformas digitais. O que o público pode esperar do repertório do disco? 

Guga Nandes: Pode esperar um repertório incrível com participações incríveis, uma linguagem muito atual e com melodias muito legais. Sério, esse disco tá muito bom! Não é só porque é meu não, mas é porque realmente tem muito bom gosto em tudo que a gente fez, sabe? 

PVIP: Você começou a se destacar na cena do pagode como compositor e teve canções gravadas por Ferrugem e Dilsinho. Como foi essa transição até você começar a se destacar como cantor?

GN: O mais legal disso tudo é que foi uma coisa junta. Ao mesmo tempo em que eu comecei a me destacar como cantor, eu comecei a compor e me destacar como compositor também. Sempre foi uma coisa ligada na outra. Eu sou muito grato por isso ter acontecido porque, primeiramente, as pessoas se lançam como compositoras e depois tentam se lançar como cantoras. Mas comigo foi diferente, foi uma coisa na outra e isso é muito legal. 

PVIP: Já ter canções gravadas por artistas famosos facilita o reconhecimento como cantor? 

GN: É muito bom pra mim porque os artistas te olham de uma forma diferente, eles não te enxergam somente como uma voz bonita. A gente sabe, pelo que a gente acompanha, a luta de cada artista e o que cada um já passou pra chegar onde merece estar, é muito duro, muito difícil. E você ter esse reconhecimento, mesmo sendo novo e tá na sua luta, no seu trabalho, e ver que eles também te apoiam é muito legal, é muito bacana isso pra mim.  

PVIP: Dentre os ícones do gênero, quais foram as suas principais influências? 

GN: Uma das minhas maiores influências é um que trabalhou comigo e me produziu nesse projeto, o Bruno Cardoso. É uma referência máxima pra mim tanto de palco quanto de posicionamento e postura. Me senti muito feliz e muito realizado de ser produzido por um cara que eu sempre sonhei em ser produzido e em conhecer, primeiramente. Não só ele, mas também Thiaguinho, Péricles, Mumuzinho, Suel e muitos outros, são muitos! 

PVIP: O título “Volume 1” indica que haverá uma continuação do álbum. Já pode adiantar alguma coisa desse próximo lançamento? 

GN: Realmente indica sim que vai ter uma continuação. Mas por enquanto, a gente ainda não tem uma data definida pro volume 2, então, a gente deixa aí no suspense (risos). 

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