J Balvin levou o reggaeton para o Palco Mundo no sábado (12) e fez de sua estreia no Rock in Rio uma apresentação especialmente voltada à conexão com o público brasileiro. O colombiano apostou em uma produção com coreografias, efeitos visuais, pirotecnia e um repertório baseado em seus maiores sucessos. A participação de artistas brasileiros no palco ampliou ainda mais essa aproximação.
A apresentação percorreu músicas como “Mi Gente”, “Amarillo”, “Morado”, “Azul”, “I Like It”, “Safari”, “Ginza”, “Loco Contigo”, “La Canción” e “Downtown”. A setlist também passou por “Bola Rebola”, parceria com Anitta, em uma sequência que aproximou os principais hits da carreira do cantor de referências diretamente ligadas à música brasileira.
A conexão ficou ainda mais evidente quando Balvin apareceu no palco com uma jaqueta com as cores da bandeira do Brasil e levou o símbolo nacional para a apresentação. Um dos momentos mais aguardados aconteceu quando Pedro Sampaio voltou ao Palco Mundo para cantar “Perversa”, parceria lançada pelos dois. Em seguida, Pedro chamou Melody, que se juntou aos dois para “Jetski”, levando os leques da plateia novamente ao centro da cena.
Outro momento de aproximação com o Brasil veio quando J Balvin cantou “Downtown”, sua parceria com Anitta, e se declarou para a cantora. “Te amo”, afirmou o colombiano ao falar da amiga. A participação brasileira também serviu para reforçar uma ideia que atravessou todo o espetáculo: o reggaeton apresentado no Rock in Rio não estava isolado da cultura local, mas dialogava diretamente com o funk e o pop produzidos no país.
No encerramento, o cantor entregou uma produção mais grandiosa, com fogo, fumaça, papel picado e outros efeitos tomando o Palco Mundo. Mas a maior surpresa ficou para o telão, que anunciou seu retorno ao Brasil em 2027 para uma apresentação no estádio do Palmeiras, em São Paulo. O show terminou, assim, não apenas como uma estreia no Rock in Rio, mas também com a promessa de uma nova passagem pelo país.